Presidente da associação, que há quase 40 anos representa o segmento de ingredientes para a indústria de alimentos, elogia o evento e mostra otimismo com resultados.

“A WellFood vem atendendo um velho anseio do setor de ter feiras mais racionais em termos de custo, tempo e qualificação do público”. As palavras são de Hélvio Collino, presidente da ABIAM, entidade que congrega cerca de 40 grandes, médias e pequenas empresas do segmento de ingredientes para a indústria de alimentos. A associação, fundada em 1979, é mais um dos parceiros de peso da primeira edição da WellFood Ingredients, o único summit totalmente dedicado ao mercado de ingredientes funcionais e saudáveis para a indústria alimentícia e nutracêutica do país.

O foco do evento, inclusive, é um de seus grandes diferenciais. Collino acredita que o segmento de alimentos nutracêuticos e funcionais é “o drive efetivo do mercado” de ingredientes. O executivo a ABIAM ainda elogia o formato proposto pela Wellfood. “As feiras têm mudado pouco nos últimos 20 anos. São uma exceção, pois o mercado, o consumidor, a realidade de rentabilidade vêm sendo profundamente alteradas nesse período”, analisa. Diante disso, não esconde suas perspectivas positivas. “Todo evento de valor agregado ajudar na evolução do segmento”, diz.

Collino diz ainda que o momento para a realização do evento vai de encontro às necessidades do mercado. O presidente da ABIAM lembra que a população brasileira está se conscientizando que os cuidados com a saúde começam pela alimentação. Levando-se em conta o fato de que a expectativa de vida vem aumentando gradativamente nos últimos anos, a perspectiva é de que “o segmento de alimentos funcionais e nutracêuticos seja diretamente impactado positivamente, mesmo diante da crise”.

O WellFood Ingredients acontecerá  nos dias 30 e 31 de outubro no Espaço Pro Magno, na capital paulista, e está sendo organizada pela Koelnmesse, líder na organização de eventos para a indústria de alimentos no mundo, com feiras como Anuga e ISM em seu portfólio. A feira será composta por uma área exposição com as mais relevantes empresas do setor e um programa de conferência organizado em parceria com o ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos), em que especialistas irão mostrar as principais tendências e inovações que guiarão as indústrias de alimentos e farmacêutica nos próximos anos no Brasil e no mundo. Entre os destaques está a Nestlé, que implementou o Programa Nestlé Nutricional Porfiling System, que desenvolve seus produtos com menos açúcar e corantes e mais nutrientes. Já a Mondelez apresentará sua nova linha de snacks voltados para o bem-estar.

Luis Madi, diretor geral do Ital; Edmundo Klotz, presidente da ABIA; Alexandre Kruel Jobim, presidente da ABIR; Tatiana Pires,  presidente da ABIAD; e,  Claudio Zanão, Presidente da ABIMAPI , debatem no primeiro dia de evento estratégias do mercado dos alimentos nutracêuticos e funcionais.

 

Agentes do mercado de alimentos e bebidas saudáveis estarão reunidos nos dias 30 e 31 de outubro o Espaço Pro Magno em São Paulo para discutir e trocar ideias relacionadas ao segmento que cresce exponencialmente no País. Será a primeira edição da WellFood Summit, evento que possui um exclusivo Programa de Conferências, desenvolvido e organizado em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL, e apresentará novas tecnologias, produtos e serviços para o mercado brasileiro, que está mais preocupado e exigente do que o resto do mundo quando se trata de saudabilidade.

A grade de palestra e debates foi desenvolvida especialmente para estimular empresas visionárias expandirem seus negócios, em um cenário bem animador. O Brasil já é o quinto maior mercado de alimentos e bebidas saudáveis do mundo, com um volume de venda de mais de R$ 27 bilhões. E esse número só tende a crescer, pois quatro em cada cinco brasileiros estão dispostos a investir em uma alimentação mais saudável e desse número, 30% querem maior itens dessa categoria disponíveis no varejo.

Partindo desses números, os temas selecionados focam, não só no aspecto teórico e científico, mas conta cases de grandes empresas como a Nestlé que implementou o Programa Nestlé Nutricional Porfiling System, que desenvolve seus produtos com menos açúcar e corantes e mais nutrientes. Nessa mesma linha está também Unilever com o Improving Nutrition, programa que tem como meta para até 2020 reformular sua linha de produtos para alinhamento com as recomendações dietéticas da OMS. Já a Mondelez, apresentará sua nova linha de snacks voltados para o bem-estar.

Os principais porta-vozes do setor, nomes como Luis Madi, diretor geral do Ital; Edmundo Klotz, presidente da ABIA (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação); Alexandre Kruel Jobim, presidente da ABIR (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas); Tatiana Pires, presidente da ABIAD (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres ); e, Claudio Zanão, Presidente da ABIMAPI (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados) debaterão em um encontro inédito estratégias de inovação, reformulação de produtos e comunicação com a sociedade. A conversa busca tratar de tendências, oportunidades e principais desafios do mercado de produtos para saúde e bem-estar; estratégias de posicionamento das indústrias diante de políticas públicas restritivas e do ativismo contrário à indústria e de comunicação com os consumidores e com a sociedade.

E para saber como outros mercados internacionais têm se posicionado, Steve Walton, presidente da Health Focus International trará dados de tendências mundiais e como a indústria de ingredientes tem desenvolvido produtos mais nutritivos e funcionais.

Além desses painéis, é possível também participar do BHB - Building Healthier Brands, idealizado pela Equilibrium e que apresentará os principais temas sobre saúde, nutrição e marketing para o mercado alimentício. A 7ª edição do evento ocorrerá dentro do WellFood Ingredients no dia 31/10 na parte da manhã.

Ao todo, a área de conferência do WellFood Summit contará com 30 paineis ao longo dos dois dias e a programação completa poderá ser conferida pelo site: http://www.wellfoodsummit.com.br/pt/congressista/programacao

No dia 31 de outubro, no período da tarde, serão apresentados casos empresariais de grandes empresas que têm promovido a reformulação do portfólio de produtos para se adaptarem ao novo cenário do mercado de saudabilidade. Conheça as estratégias corporativas, tecnologias de ingredientes e meios de comunicação definidos para informar aos consumidores seus esforços para elevar o perfil nutricional, reduzir os teores de açúcar, gorduras e sódio, diminuir o uso de ingredientes considerados não naturais, entre outras iniciativas.

Micronutrientes como vitaminas do complexo B, vitamina D, cromo, magnésio, zinco e iodo participam de maneira importante no mecanismo de hipertrofia de quem pratica exercícios físicos

Quando o objetivo é ganhar massa muscular pensamos de forma intuitiva em exercícios com pesos e uma alimentação hipercalórica, rica em carboidratos e proteínas. No entanto, não podemos nos esquecer do papel dos micronutrientes, que embora muitas vezes sejam negligenciados, desempenham função importante no mecanismo da hipertrofia.

A deficiência de micronutrientes vai impactar negativamente até mesmo o melhor dos treinamentos, pois eles são cruciais para reações específicas que resultam na formação de novas fibras musculares, participam do metabolismo dos aminoácidos, aumentam a sensibilidade à insulina entre outras funções.

Carboidrato e proteína no pós-treino aceleram a recuperação

Dentre os micronutrientes que participam de maneira importante no ganho de massa muscular, destacam-se:
Vitaminas do Complexo B: Vitamias B2, B6 e folato estão associadas com o metabolismo dos aminoácidos. Essas vitaminas podem ser encontradas nas carnes, verduras de folha verde-escura, batata doce, pimentão, banana, beterraba e etc
Cromo: além de favorecer a ação da insulina, sugere-se também que o cromo tenha efeito protetor sobre a atrofia muscular, prevenido a degradação muscular. São fontes de cromo: castanha-do- pará, tâmara seca, brócolis, tomate, carne vermelha, camarão, ostra, marisco, cogumelo e etc.

Dieta do alimento em pó é indicada para atletas?

Vitamina D: exerce importante papel sobre os músculos, sua deficiência pode prejudicar a ação da insulina. Fontes de Vitamina D: salmão, sardinhas, leite de vaca, ovos, cogumelo shitake.

Vitaminas e minerais estão presentes em carnes, ovos, folhas escuras, feijões e etc (Foto: Getty Images) Vitaminas e minerais estão presentes em carnes, ovos, folhas escuras, feijões e etc (Foto: Getty Images)

Vitaminas e minerais estão presentes em carnes, ovos, folhas escuras, feijões e etc (Foto: Getty Images)

Magnésio: Além de estar presente em diversas reações no organismo, o magnésio desempenha papel importante na formação das fibras musculares. Pode ser encontrado nas verduras de folhas verde-escuras, sementes, feijões e etc.

Zinco: Favorece a ação da insulina e a proliferação de células (fibras) musculares. São fontes de Zinco: carne vermelha, espinafre, sementes, feijões e etc.

Iodo: desempenha importante papel na formação dos hormônios da tireóide, que por sua vez são indispensáveis para a síntese de proteínas. O iodo é encontrado no bacalhau, iogurte, camarão, vieira e etc.

Mais uma vez podemos perceber que uma alimentação balanceada é fundamental para conseguirmos obter os melhores resultados provenientes de um programa de exercício. Consultar um profissional competente a fim de diagnosticar possíveis deficiências e adequar a dieta certamente trará excelentes resultados!

 

Fonte: Globo esporte

Para encerrar o primeiro dia do WellFood Ingredients, o Diretor Geral do ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) Luis Madi vai moderar o painel de debates com a presença de Edmundo Klotz, presidente da ABIA (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos), Alexandre Jobim, presidente da ABIR (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas),Tatiana Pires, presidente da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) e Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

A cada dia, 1,8 bilhão de latas e garrafas de Coca-Cola são vendidas no mundo – número que dá uma dimensão da grandiosidade da companhia americana de bebidas e do alcance que ela atinge com uma única marca.

No Brasil, o consumo chega a 12 bilhões de litros por ano e, uma parte bem tímida disso, vinha sendo adquirida por meio da loja virtual inaugurada há quase um ano. Por meio dela, clientes de São Paulo capital e interior personalizavam garrafas e compravam itens difíceis de serem encontrados nas gôndolas, entre outros serviços.

Neste mês, a companhia expande as vendas pela web para as demais capitais, com o intuito de fazer entregas para todo o país até o final deste ano. A razão, no entanto, vai bem além de querer vender mais. O foco é conhecer melhor os consumidores.

“O nosso consumidor é hoje o centro de tudo, o grande termômetro das decisões estratégicas que a companhia irá tomar no futuro”, afirma Adriana Knackfuss, vice-presidente de transformação digital da Coca-Cola Brasil, em entrevista a EXAME.com.

A executiva, por sinal, é fruto desta missão norteada pela companhia global desde o início do ano. Ela liderará a recém-criada divisão, cuja finalidade é saber quem são os consumidores, entendê-los e, a partir daí, desenhar os passos da empresa no país.

Para tanto, ela liderará uma equipe pequena, de oito pessoas, instaladas estrategicamente no quinto andar da sede da companhia no Brasil, no Rio de Janeiro. São profissionais de áreas diversas, como operações, marketing e planejamento.

Ao lado deles, um time de 80 pessoas do serviço de atendimento ao cliente atende reclamações e dão informações aos consumidores. Lado a lado, as equipes podem trocar percepções com mais rapidez.

“Não temos baia, fazemos reuniões rápidas e pensamos juntos em como resolver muitos dos desafios que temos”, conta Knackfuss. “Nosso andar vive cheio de gente de outras áreas e isso é ótimo porque a ideia é criarmos pontes para que todos contribuam de alguma forma”.

Adriana tem anos de experiência em marketing digital e está na Coca há dez anos, mas admite estar fazendo algo totalmente novo. Não só para ela, mas para a própria corporação. A subsidiária brasileira é a primeira do mundo a criar uma vice-presidência com esse escopo.

A iniciativa se deu pelo incentivo do próprio CEO global da companhia, James Quincey. Em fevereiro, em uma conferência do Consumer Analyst Group of New York, ele anunciou oficialmente a mudança da estratégia da companhia “para se alinhar às mudanças no gosto e nos hábitos de compra do consumidor”.

De acordo com a executiva, a corporação deu liberdade para que cada subsidiária decidisse quando e como colocar isso em prática. Por ser o primeiro a dar esse passo, a estrutura do Brasil deve servir de exemplo para outros países, afim deles tomarem decisões semelhantes ou não.

“A vantagem para os outros é que podemos dividir o que aprenderemos”, explica Adriana, que enfatiza o peso da estrutura brasileira para o negócio global. “O Brasil é muito relevante no universo digital, pela quantidade de pessoas conectadas, além de ser o quarto em faturamento para a Coca, atrás dos EUA, China e México”.

Além desses fatores, ela credita a decisão ao espírito inovador e empreendedor do presidente da Coca no Brasil, Henrique Braun. Na empresa desde 1996, ele comandava a unidade da China e Coreia antes de assumir a liderança da empresa no país, há um ano.

“Ele veio de uma sociedade de sistemas mais avançados e encontrou aqui condições propícias para inovar dentro e fora da empresa”, disse ela.

Nos 75 anos de operação no país, a Coca conta com 62.000 funcionários e vende 150 produtos diferentes de 19 marcas. É ainda líder absoluta do segmento de bebidas, com 55% de participação de mercado, mas os desafios de manter esse patamar são cada vez mais indigestos.

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2016, a produção de refrigerantes da marca caiu 6,03% para 12,52 bilhões de litros vendidos no Brasil. As quedas recorrentes são explicadas por fatores que vão de mudanças de hábitos de consumidores, que hoje buscam itens mais saudáveis, à crise econômica do país, diversidade de preços e percalços na distribuição.

Para este ano, a empresa anunciou investimentos de 3 bilhões de reais, volume 10% maior que a média do que foi desembolsado por ela nos últimos cinco anos. Marketing e a transformação da companhia estão dentro desse pacote.

“Está cada vez mais claro que a solução dos nossos problemas está fora da empresa, a produção de conhecimento vem dos consumidores e estamos atentos a eles”, disse Knackfuss.

 

Fonte: Aditivos e Ingredientes

Estamos cada vez mais dependentes de todos os tipos de equipamentos eletrônicos como celulares, notebooks, computadores e TVs, que nos mantêm conectados com o mundo e nos auxiliam nos estudos, no trabalho e no lazer. Mais e mais pessoas iniciam seu dia com o celular mas mãos, utilizando o brilho da tela como um despertador e continuam expostos a luzes artificiais e solar durante todo o dia. Com base nesse cenário do nosso dia-a-dia, a Gerente de Serviços Técnicos e Regulatórios da empresa  Kemin – Human Nutrition & Health, Wládia Möller Vilar, vai apresentar a palestra “Visão das oportunidades com luteína e zeaxantina para proteção dos olhos contra a superexposição às telas de eletrônicos”, no dia 31 de outubro, no WellFood Ingredients.

Existem muitos caminhos, estratégias e públicos para as indústrias trabalharem com a     saudabilidade em suas marcas. Neste artigo vamos ver quais são eles e analisar novas oportunidades de crescimento e alguns exemplos de inovação seguidos por outros países que já estão avançados nesta área.

A palavra saudabilidade já variou habitué no vocabulário do brasileiro, e aos poucos começa a se ver o reflexo dela, em suas compras, escolhas e novos hábitos de consumo. A busca por uma vida mais leve e natural vai além disso, a alimentação saudável inclui outros pontos comportamentais como a busca por suplementação nutricional e por alimentos considerados ‘’superfood’, que podem ser usados como tratamento estético, de dentro para fora.Estamos caminhando para uma alimentação consciente, onde na escolha de um produto é levado em conta não só o objeto de compra, mas também a cadeia responsável na produção dele.
E nessa nova consciência, as marcas devem se fazer presentes na comunicação com o cliente. É necessário levar o conhecimento ao consumidor sobre os benefícios, mitos e verdades a respeito de exclusões de alguns alimentos e inclusões de suplementos. As marcas precisam educar seus clientes, e antes disso a indústria precisa trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias e inovação em seu portfólio, assim como adaptações em suas fórmulas atuais para que se possa atender os desejos do novo consumidor.

FREE-FROM, VEGANISMO E SAUDABILIDADE

O consumo de produtos sem glúten e sem lactose tem sido parte dos novos lançamentos e tem garantido aderência pelos consumidores, porém ele ainda é baixo no Brasil, mas dados apontam que tais produtos podem ser vistos como alternativas de alimentos saudáveis, já que poucos brasileiros associam produtos sem lactose e sem glúten com o consumo voltado especificamente para pessoas que tenham algum tipo de alergia. Mesmo consumindo pouco, o brasileiro quer ter a opção de escolher o que quer comer, pois atualmente, poucos consumidores são alérgicos, mas muitos querem adotar um hábito de alimentação saudável.

 high bread opcao de alimento com proteina

High Bread é feito com proteína de ervilha e oferece 30 gramas de proteína em 2 fatias.


Explorar alternativas saudáveis sem comprometer o sabor é o desafio da indústria. Pois apesar de saudabilidade ser um fator importante, o gosto é essencial, e os esforços devem ser em encontrar uma mescla entre produtos saudáveis e gostosos.
Por exemplo, a stévia é conhecida por ser um adoçante natural, mas muitas pessoas deixam de consumir o produto por “deixar um gosto ruim” na boca.
O fator sabor, também é um o desafio na categoria de produtos veganos. A categoria que já representa aproximadamente 8% da população, e a cada ano ganha mais adeptos ao estilo de vida vegano, seja em uma dieta 100% vegana, ou dietas esporádicas como a ‘’segunda sem carne’’ que já virou moda em todo o globo.
Além do sabor, a categoria tem explorado as variedades de proteína. Existem muitas fontes alternativas e elas veem impulsionando o crescimento do veganismo.
As proteínas vegetais vêm sendo mais utilizadas em substituição às proteínas de origem animal, como uma alternativa mais saudável e mais saborosa. Isso porque, em geral, as proteínas vegetais têm maior valor proteico, enquanto a proteína animal possui um sabor “forte”, que costuma predominar e comprometer o sabor final do alimento/bebida.

 AlproDrinkAlmondOriginal1LtrexUK 540x576 p edf8ffLeite de amêndoas com chocolate, menta e adição de vitaminas e minerais.

Fibras e proteinas

O uso de fibras e proteínas veem sendo buscada como fonte de energia não só por atletas mas também para um público em geral que tem um estilo de vida mais ativo, como é o caso de jovens e moradores das grandes metrópoles.
A pesquisa mostra que 38% dos entrevistados declaram ter interesse em produtos que dão “mais energia”. Atualmente, vários produtos, além das bebidas energéticas, já oferecem mais energia usando ingredientes como fibras, proteínas e fontes naturais. As proteínas, tanto de origem animal quanto vegetal, são conhecidas por potencializar a performance esportiva, principalmente em exercícios que exigem força e resistência, além de contribuir para o metabolismo energético. Porém, atualmente, existem muitos produtos posicionados para esportistas profissionais, mas é possível oferecer produtos para o consumidor comum, que deve praticar um exercício mais leve, como caminhar, por exemplo. Sendo assim, há espaço para produtos com benefícios relacionados tanto a atividades mais moderadas quanto para um estilo de vida mais agitado.

 f3a8f1ad d084 4587 91ac f73bbcba8f04.jpg. CB324586192 SL300 V8, fornece proteínas e fibras

Benefícios relacionados à mente
Muitos benefícios têm sido buscados pelos consumidores: perda de peso, sistema imunológico e inovações que entreguem alívio do estresse e produtos que melhorem o humor. Além disso, 34% dizem estar interessados em produtos que melhorem a agilidade mental, indicando que o consumidor brasileiro está buscando produtos que consigam ajudar não somente na parte física, mas também na parte mental.

 

Fonte: Tina Palmari, gerente de marketing da Doremus, empresa que estará presente na primeira edição da WellFood Ingredientes nos dias 30 a 31 de outubro. 

FONTE DE PESQUISA: health trend – Brasil, dezembro de 2016, Mintel e GNPD

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Atualmente, a Koelnmesse organiza quatro feiras no Brasil: a feira de moda infantil FIT 0/16, realizada duas vezes por ano em São Paulo e em paralelo à Pueri Expo, evento inspirado na maior feira de artigos infantis do mundo, a "Kind + Jugend" em Colônia (Alemanha), que teve sua estreia em junho de 2016,.. Ler Mais

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